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Grupo Seu Estrelo

 

Há 16 anos o Grupo Seu Estrelo mistura nossos sotaques, instiga nossos mistérios e revela uma tradição brasiliense, candanga e cerratense. Criou um identificador cultural para Brasília, amarra elementos do Cerrado na vista e no imaginário popular, brincando o Mito do Calango Voador. Com seu som, o Samba Pisado, reverencia a terra, a água, o ar, o fogo e as gentes que pisaram e pisam este chão, trazendo suas referências e bênçãos.

 

Formado por importantes tradições brasileiras, especialmente os Maracatus e o Cavalo-Marinho, Seu Estrelo traz, pelo Teatro de Terreiro, a sua brincadeira em roda. Faz lembrar que o toque do tambor é feito de memórias e mistérios bem mais antigos que nossa cidade.

 

Seu Estrelo habita o Centro Tradicional de Invenção Cultural, brincando, inventando essa tradição, e mostrando a quem chega que há um Brasil bem profundo dentro da gente. O grupo mantém três festas anuais, tradicionais da cidade: a Abrição, o Aniversário de Seu Estrelo e a Festa do Calango Voador, em que as pessoas são apresentadas à brincadeira, conhecendo importantes tradições brasileiras e restabelecendo sua ligação com os mistérios do mundo.

 

Em 2007, Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro recebeu do Ministério da Cultura o prêmio de Culturas Populares pela importância de seu trabalho. Em 2009, o grupo gravou seu primeiro CD, um registro do som criado para a moderna capital. Em 2010,  o grupo ganhou o Prêmio Funarte Teatro de Rua e lançou seu Diário de Bordo, onde relatou as visitas feitas a grupos e mestres populares do DF dentro do projeto "Caravana Seu Estrelo". Em 2016, ganhou o prêmio de Música do SESC-DF. Em 2018, ganhou o Prêmio Culturas Populares da Secretaria de Cultura do DF. Em 2019, o capitão do Grupo Seu Estrelo, Tico Magalhães, recebeu uma moção de louvor da Câmara Legislatova do DF por ser considerado um importante personagem da história, da cultura e da educação de Brasília. Em 2020, o Centro Tradicional de Invenção Cultural, sede e escola do Grupo, ganhou o FAC Prêmios Brasília 60 da Secretária de Cultura do DF por seu relevante trabalho em gestão, pesquisa e capacitação.

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Orquestra Alada

Trovão da Mata

 

A Orquestra Alada Trovão da Mata surgiu em 2010 para celebrar a sagrada figura do Calango Voador nos Festivais de Cultura Popular de Brasília. Porém, transcendeu o festejo e atualmente se apresenta ao longo de todo o ano nas ruas da cidade, em cortejos que levam diversas figuras encantadas do Mito do Calango Voador para passear pela capital, principalmente nos dias de Carnaval.

 

O Mito do Calango Voador e outras historias do Cerrado, exalta os símbolos marcantes da cidade e de nossas matas, promovendo nossa riqueza e povoando o imaginário popular com guras fantásticas, que trazem em sua essência nossa história e a força de um povo aberto a se reinventar e resignicar suas práticas. Todo esse encanto é representado e brincado pela Orquestra Alada em seus cortejos, além de tomar a cidade como seu cenário, a Orquestra oferece para todos que nela habitam, uma experiência lúdica, musical e visual.

 

Em seu batuque, o pulso que rege a Orquestra Alada é o ritmo cerratense Samba Pisado. Formada por mais de 50 brincantes, entre batuqueiros e atores, a Orquestra abre caminhos para a alegria e para o encantamento, tocando tambores, almas e corações. 

 

Em sua trajetória, a Orquestra Alada já se apresentou no Carnaval do CCBB, Setor Carnavalesco Sul, Bloco do Calango Careta, Bloco da Mestra Martinha do Coco, Bloco do Ventoinha, e faz aparições misteriosas e encantadas pela ruas de Brasília. Além disso, se apresentou, em 2019, no XIX Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, no Festival São Batuque e no Festival de Funfarras HONK. Em 2020, se apresentou na Festa das Águas e no carnaval de Brasília.